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Sergio Simonato - diz: - Roth eu li (ponto) Blanc li, reli, recomendo Rua dos Artistas e Arredores. Muita ironia, muita sutileza e alguns personagens que de tão vivos só podem ter sido reais |
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Gustavo Sénéchal - diz: - Caro Paulo, esta é a minha primeira vez. Digo, esta é a primeira vez que leio o seu blog e gostaria de dar-lhe os parabéns pela qualidade dos post. Além disso, não resisto escrever um comentário, ainda que seja um pouco longo. Que a literatura e os escritores, assim como a história, se repetem, todos sabemos. O diferencial é fazê-lo com maestria; talento que poucos têm. Philip Roth, juntamente com J M Coetzee e Paul Auster, tem refletido em suas obras recentes a questão da velhice, da finitude e mesmo decreptude associada ao passar das folhas do calendário. Fica mais do que evidente que essas são angústias pessoais dos autores em prosa. Porém, no caso do Roth, há um tremendo diferencial, pois, após matar Nathan Zucherman, em "Exit Ghost", ele parece reinventar-se, da mesma forma como inventa novos personagens, tal qual Marcus Messner, de "Indignation". O livro novo dele - que será o penúltimo, uma vez que Roth já tem mais um pronto em processo de revisão - chama-se "The Humbling" e, ao que soube, retoma essa "crise de meia idade avançada", com um outro personagem, o ator de cerca de 60 anos Simon Axler, que não sabe mais atuar. Isso me leva a crer que, apesar de eventuais novidades no caminho, mesmo quando Roth parece indicar que sua literatura se concentra no fim inevitável de todos nós, ainda assim, ela pode nos reservar supresas agridoces que não consigo deixar de desfrutar. |
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Noga Lubicz Sklar - diz: - Abaixo o estilinho. É isso. Tb sou Philip Roth até caindo de podre. Vou providenciar mais uma dose. |
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Orlando - diz: - Para mim o que move os personagens de Philip Roth é a carência afetiva e a pulsão sexual. Somos como cachorros atrás de uma boa cadela. Esquecemos do ente amado por uma boa trepada, que as vezes nem é táo boa assim. |
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