Edição do mês
Newsletter RSS Edições Passadas Twitter Fale com a Redação Folheie a Revista!
Revista Bravo!
Publicidada de Veja!

Cinema > Assunto do Dia
Cinema
Franck Crusiaux/ Other Images
O grupo Radiohead, que lançou o CD In Rainbowns pela internet
O grupo Radiohead, que lançou o CD In Rainbowns pela internet

 

Março/2008 | Assunto do dia

Qual o Futuro da Música?

O grupo Radiohead, que vem neste mês ao Brasil, abriu a temporada de previsões sobre as mudanças na arte de compor e veicular canções. Músicas vendidas sem um preço definido e lançadas na internet, artistas sobrevivendo de shows: saiba o que faz sentido e o que é só especulação

Arthur Dapieve

Ouça um podcast sobre o Radiohead. A banda, que fez da inovação seu método de trabalho, faz shows no Brasil a partir do dia 20/3

O jazz de Miles Davis, as trilhas de Ennio Morricone e a música erudita de Krzysztof Penderecki estão entre as influências do Radiohead

O já clássico CD In Rainbows não prometia apenas um pote de ouro ao fim da jornada. Lançado em outubro de 2007, o sétimo e mais recente álbum de estúdio do grupo britânico Radiohead, que vem neste mês ao Brasil, acenava para o mundo da música com toda uma nova província repleta de minas de ouro. Primeiro, o grupo disponibilizou o disco inteiro para download na sua página na internet. O fã poderia pagar o que quisesse, a partir de nada. Se, no entanto, pagasse 40 libras (cerca de R$ 130 hoje), recebia em casa uma edição especial com In Rainbows em CD e em dois LPs de 45 rpm, mais um CD de faixas-bônus e dois encartes. Multicoloridos, naturalmente.

Foi uma jogada criativa, ousada e, não fosse o Radiohead oriundo da universitária Oxford, intelectualizada: ao mesmo tempo em que na prática propunha um novo estilo de comercialização, o esquema desafiava o internauta: "Quanto você acha que vale o nosso trabalho?". A partir dessa antevisão de um possível futuro, os profetas do ramo se lançaram a inúmeras predições de curto ou curtíssimo prazo. Portanto, um ano e meio depois do lançamento de In Rainbows, e às vésperas dos longa e ansiosamente aguardados shows do grupo no Rio de Janeiro e em São Paulo (leia mais sobre a banda a partir da página 34), faz sentido checar a realidade de dez delas.

1- O método de vender música sem que ela tenha um preço definido vai se popularizar, estabelecendo uma relação direta de mercado?
TALVEZ. Popularizar talvez não seja bem a palavra. Multiplicar, sim. Porque, sejam elas grandes ou pequenas, somente bandas com um público fiel (cada vez mais raras) podem se arriscar numa empreitada como In Rainbows. Nela, do mesmo modo que o artista tem de confiar no fã a fim de não receber uma banana em troca, o fã tem de confiar no artista para gastar o seu ganha-pão. Por ter cultivado a audiência em 20 anos de carreira, o Radiohead foi extremamente bem-sucedido. Botou o disco na internet, captou dinheiro sem a custosa intermediação de sua antiga gravadora (a EMI), despachou os kits especiais pagos pelos fãs mais abonados e ainda botou o CD nas lojas. Então, para surpresa quase geral, In Rainbows de cara atingiu o topo das paradas inglesa e americana em janeiro de 2008. Nos EUA, isso correspondeu a 122 mil cópias vendidas "normalmente", isto é, no balcão. Menos da metade que Hail to the Thief, de 2003, vendeu na sua primeira semana. Mais do que o Radiohead teria vendido se não tivesse posto In Rainbows para download, como declarou na ocasião um dos empresários da banda, Bryce Edge, ao New York Times. Naturalmente, outros tipos de comércio direto entre artistas e fãs já existem e são viá¬veis (vendas em sites próprios ou na porta de concertos, consórcio de ouvintes etc.), mas em todos eles a lacuna "preço" já vem preenchida. Quem mais se arrisca a dar a cara a tapa?

2- O CD vai mesmo acabar em cinco anos? Qual será o impacto cultural disso?
NÃO. Apesar de gigantes do ramo, como a Warner, trabalharem com a perspectiva de o CD sumir da face da Terra nesse prazo, tal cenário apocalíptico é cada vez menos provável. O que (não) aconteceu com o vinil agora serve de paradigma para o que (não) vai acontecer com o CD. Em meados dos anos 80, dizia-se que este varreria aquele do mercado. Embora, no primeiro momento, isso quase tenha se concretizado, o LP foi voltando, e voltando com força cada vez maior, a ponto de alguns dos principais lançamentos de 2007 (como Favourite Worst Nightmare, dos Arctic Monkeys, um fenômeno da internet) terem vendido mais em vinil do que em CD na Grã-Bretanha. Logo, o CD deve-se tornar outro importante nicho, abastecido por selos como o americano Light in the Attic e suas caprichadíssimas reedições, de Karen Dalton ou Betty Davis. Uma das razões para isso é que o CD ainda tem uma qualidade sonora muito maior do que a música disponível na internet para download — o que faz com que ele proporcione uma experiência musical muito mais rica (veja item 10). De qualquer forma, a quebra do virtual monopólio do CD no mercado já gerou importantes mudanças culturais.

3- Os artistas deixarão de pensar sua obra em álbuns e pensarão música a música?
SIM. E essa é uma das mais importantes mudanças culturais. De certa forma, porém, essa também é uma volta às raízes. Até os anos 40, a música era comercializada uma a uma (normalmente com um lado B de contrapeso). Os artistas as lançavam em compactos, ou singles, de 45 rpm. A partir do advento dos espaçosos LPs de 33 rpm é que os mais bem-sucedidos passaram a reunir seus compactos já testados e aprovados pelo público nesse "álbum". Alguns elevaram essa maneira de pensar ao status de arte, concebendo álbuns em que todas as músicas se interligavam, criando um conceito — como os Beatles em Sgt. Peppers. Com o tempo, o próprio álbum tornou-se moeda corrente: qualquer zé-mané estreante gravava logo um LP inteiro sem ter feito por merecê-lo. Muita música ruim foi produzida dessa forma... Mesmo artistas competentes nem sempre conseguiram estar lá muito inspirados por dez ou 12 faixas seguidas. E tome encheção de linguiça... Nos anos 70, a crítica musical dizia com frequência que duas ou três faixas já justificavam, por si sós, a aquisição de determinado LP; hoje, ela seria apedrejada se sugerisse algo parecido. Álbuns continuarão existindo, claro, mas cada vez mais restritos a quem tem algo a dizer.

4- E os ouvintes mais jovens, da geração iPod? Eles já têm esse tipo de relação com a música? Faixa a faixa, e não por álbum?
SIM. A garotada já nasceu num mundo em que o compacto voltou a imperar. Assim, cada música precisa ganhar a sua disputadíssima atenção... Antes de logo ser trocada por outra, como no shuffle do iPod. Se, por exemplo, o guri ouve Beirut pela primeira vez na minissérie Dom Casmurro, não vê por que comprar o EP Lon Gisland importado. (EP é o meio-termo entre o compacto e o álbum.) Elephant Gun, a música usada na TV, é baixada sozinha. Entretanto, ela é bonita o bastante para atiçar a sua curiosidade por mais músicas compostas por Zach Condon... Esse guri nada hipotético pode baixar o EP e os dois álbuns do Beirut inteiros... E, se virar fã de carteirinha e quiser melhor qualidade de som, ainda pode, quem sabe, comprar os CDs... Mais uma vez, o talento separa o joio do trigo. Pirataria? Pirataria é copiar discos em série para vender.

5- Em vez de CDs, os artistas lançarão seus trabalhos em sites?
SIM. Isso tem acontecido cada vez mais. Não só como possibilidade de venda direta, mas, sobretudo, como teste/aperitivo de uma música. Se bem recebida pelos fãs, tal música pode, ou não, vir a fazer parte de um álbum "à moda antiga". No Brasil, por exemplo, Leoni tem feito isso regularmente em seu site, à base de uma nova música por mês. Até agora, ele já apresentou sete novas canções (como a bela É Proibido Sofrer, parceria com a sua mulher, a atriz Luciana Fregolente) e vai disponibilizar para download gratuito mais cinco. As12 devem formar o seu próximo álbum, um álbum já testado e aprovado na internet.

6- Com esses lançamentos em sites, haverá interatividade como nos CDs do Beck?
TALVEZ. No já longínquo final de 2004, Beck vazou Guero na internet, num mix provisório. Em março do ano seguinte, o álbum foi lançado física e oficialmente. Seguiram-se uma edição especial, com sete faixas extras, som 5.1 e arte interativa, e um disco de remixes, Guerolito. Sem falar nas incontáveis versões feitas por fãs. Foi um auê. De lá para cá, o americano tornou-se um dos artistas que melhor pensam a passagem de uma cultura digital ainda baseada em suportes concretos para uma cultura inteiramente digital, quase abstrata. "São formatos diferentes e inspiram abordagens distintas", disse à revista Wired em 2005. "É hora de o álbum abraçar a tecnologia." CDs que "abrem" conteúdo exclusivo (e passivo) na internet não eram novidade quando ele lançou Guero. Contudo, Beck vislumbrou um futuro mais complexo. Tão complexo, aliás, que por enquanto bem poucos conseguiram chegar a ele. Um dos que chegaram foi o cantor Trent Reznor, do grupo Nine Inch Nails. Entre outras coisas, ele ofereceu jogos de realidade virtual e fez os fãs remixarem suas músicas.

7- Vão acabar os popstars, os artistas que marcam uma geração, como os Beatles nos anos 60 ou Madonna nos 90? Iniciaremos uma era de cauda longa em que cada vez mais artistas venderão cada vez menos de seus discos, como escreveu o jornalista americano Chris Anderson?
NÃO. O rabo cresceu, ampliou-se e vai continuar espichando, certamente: dia a dia, há cada vez mais candidatos a ídolos em oferta enquanto a procura dos fãs é cada vez mais dispersa. Nos tempos pré-digitais já vinha sendo mais e mais difícil "chegar lá" porque os termos de comparação são sempre cumulativos: cada garoto que pega numa Fender Stratocaster pela primeira vez hoje tem de se medir por todos os outros garotos que pegaram numa Fender Stratocaster antes dele, não só com Eric Clapton — ao menos se quiser viver disso. Com a cultura digital, a competição se tornou mais dramática, mas ainda há vagas para ídolos. Os Arctic Monkeys, por exemplo, que se popularizaram a partir do boca-a-boca gerado na internet, bem podem ser os grandes astros desta geração. E a web alarga o espaço para fenômenos localizados, para estrelinhas como Mallu Magalhães.

8- A facilidade dos arquivos digitais acelera o processo de banalização da música?
SIM. Desde que a música passou a ser gravada, em fins do século 19, esse processo está em andamento. Antes do advento das gravações, ouvir música implicava sair de casa, reunir-se aos concidadãos, apreciar uma execução única de uma obra de Brahms. Havia uma dimensão meio sagrada nisso. Com os discos físicos, a música passou a ser consumida a qualquer momento, em casa, solitariamente, em família ou entre amigos, em torno do último LP dos Beatles. Ainda havia algo de mágico e misterioso nesse tour. Hoje, os aparelhos portáteis com fones de ouvido carregam Britney Spears o tempo todo, por todos os lugares, num vício solitário. Escuta-se tanta música que já não se ouve quase música alguma. Nossa sociedade tem horror ao silêncio, talvez por nele pressentir a morte. "O resto é silêncio", diz Hamlet. Porém, é o silêncio que dá sentido à música.

9- O artista viverá dos shows e não das gravações?
SIM. Essa já é uma realidade há bastante tempo para os nomes bem-sucedidos, como Caetano Veloso ou Paralamas do Sucesso. Tanto que, diante da crise em suas outrora infinitas terras, algumas gravadoras pressionaram para se tornar sócias de seus contratados também nas turnês. Todavia, o caso mais criativo e notório é o da Banda Calypso, que pirateia os próprios discos. Os vendedores que correm ruas e praias do Norte-Nordeste com sistemas de som armados sobre carrinhos estimulam o público a ir aos seus shows, que são onde de fato Joelma e Chimbinha ganham a vida.

10- Os novos formatos desprezam frequências da música, levando à perda da riqueza e da profundidade do som?
SIM. O arquivo mais comum, o de 256 kbps, comprime a música de tal forma que joga fora as frequências nas "beiradas" do espectro, as mais agudas e as mais graves — que, no entanto, são preservadas no CD e, em menor grau, até no velho LP. No MP3, fica uma maçaroca monótona, chapada, que tende a cansar o ouvido e fazer toda música soar como a mesma. O Radiohead, na hora de dar In Rainbows de presente, comprimiu-o mais, em 160 kbps. Não dava para amplificar e tocar na festinha. Por outro lado, em 2008, quando o Nine Inch Nails ofereceu o álbum Slip para download gratuito ("como agradecimento pelo apoio constante" dos fãs), já o fez em cinco formatos: do MP3 de alta qualidade ao Wave 24/96, som melhor do que o de um CD — desde, é óbvio, que se tenha um bom som acoplado ao computador, não umas caixinhas de papel. Arquivos pesados afugentam o ouvinte casual, certo, mas quem ama a música de paixão precisa deles: ouvir, de verdade, o que o artista tem a dizer e reagir a isso emocionalmente ainda é a experiência interativa por excelência.

 

 

18/11/2009

http://membres.lycos.fr/jyprogenda/k8n-neo4d7/xalouavezer.html banking card credit offer offshore light house business card credit card 0


23/10/2009

cheap life insurance [url="http://www.eliseogallery.com/Life-Insurance.html"]cheap life insurance[/url] http://www.eliseogallery.com/Life-Insurance.html =-PPP


22/10/2009

homeowners insurance [url="http://www.eliseogallery.com/Home-Insurance.html"]cheap home insurance[/url] http://www.eliseogallery.com/Home-Insurance.html 8-]]]


16/10/2009

http://www.perrysmusic.com/xanax.htm [url="http://www.perrysmusic.com/xanax.htm"]xanax[/url] xanax %]] http://www.perrysmusic.com/propecia.htm [url="http://www.perrysmusic.com/propecia.htm"]propecia[/url] propecia ywxp


16/10/2009

levitra online [url="http://www.perrysmusic.com/levitra.htm"]buy levitra[/url] http://www.perrysmusic.com/levitra.htm 8]] accutane [url="http://www.perrysmusic.com/accutane.htm"]accutane[/url] http://www.perrysmusic.com/accutane.htm gqdiwq


16/10/2009

[url="http://www.perrysmusic.com/xanax.htm"]xanax[/url] xanax http://www.perrysmusic.com/xanax.htm drtski [url="http://www.perrysmusic.com/propecia.htm"]propecia[/url] propecia http://www.perrysmusic.com/propecia.htm 469


19/04/2009

Paulo Rená da Silva Santarém - diz: Marcos, a pirataria (cópia física em larga escala para venda sem autorização) não prejudica o CD, até porque discos já prontos são até mais fáceis de se piratear do que fazer coletâneas. E ninguém que realmente importe precisa ser salvo. Os artistas vão encontra um meio de continuarem a se manifestar e a indústria de continuar a lucrar. A diferença está em nós: como vamos apreciar?


12/04/2009

rodrigo - diz: de onde veio esse dado de q o favourite worst nightmare vendeu mais em vinil do que em cd? parece bem improvável...


17/03/2009

Paulo - diz: É, os tempos são outros,a facilidade de ouvir qualquer música chega a ser monótono. Particularmente sinto falta daqueles tempos de ir até uma loja de disco, encomendar um lp, ou e sair com algum debaixo do braço e encontrar alguns amigos para aquele sagrado rito de saborear o disco, palpar aquela imensa capa de vinil, tocar o objeto do desejo...Mas como disse os tempos são outros.


17/03/2009

http://diamond-mine.yoipolloh.biz.st/map.html crystal diamond clear buzzsaw cheap diamond loose http://diamond-pave.polkasdas.biz.st/map.html silver perch aquaculture


17/03/2009

sub - diz: muito bacana esse artigo. acho importante acrescentar que, por trás da aparente "espontaneidade" da net e seus fenômenos de massa, existem não raro pessoas reais com intenções e ligações no mundo real. Assim, por exemplo, no caso da Mallu Magalhães, que eu acho uma gracinha e toda digna de méritos na categoria Revelação Teen, houve uma providencial amizade com um parente de grandes da Globo. Além disso, papi Magalhães também investiu pesadíssimo desde muito antes da casa-de-um-milhão-de-visitas. Quem é do meio sabe. Dito tudo isto, a net ainda assim é uma loucura. E cada vez mais louca. Todo mundo tem seus momentos mágicos. E onde está a mágica?


17/03/2009

sub - diz: muito bacana esse artigo. acho importante acrescentar que, por trás da aparente "espontaneidade" da net e seus fenômenos de massa, existem não raro pessoas reais com intenções e ligações no mundo real. Assim, por exemplo, no caso da Mallu Magalhães, que eu acho uma gracinha e toda digna de méritos na categoria Revelação Teen, houve uma providencial amizade com um parente de grandes da Globo. Além disso, papi Magalhães também investiu pesadíssimo desde muito antes da casa-de-um-milhão-de-visitas. Quem é do meio sabe. Dito tudo isto, a net ainda assim é uma loucura. E cada vez mais louca. Todo mundo tem seus momentos mágicos. E onde está a mágica?


16/03/2009

Marcos Plata - diz: Num primeiro estágio, a derrocada do CD começou com a PIRATARIA. A partir do momento que a indústria tornou disponível o CD virgem e, consequentemente, um aparelho para gravá-lo, nem um milagre resolveria este problema. Agora se espalhou na INTERNET. Salve-se quem puder!


15/03/2009

Daniele S. Santos - diz: Concordo quando Antonio Carlos da Fonseca Barbosa diz que: "Fazer uma música genial, é fácil. Repetir esse feito em 10 Faixas é que diferência um músico de outros." Porém, acreditar e dizer que a opinião de fim de conceito de álbum pertence somente a pessoas que têm uma relação surpeficial com a arte musical ou que não gostam de música chega a ser preconcituoso e perjorativo, beirando à presunção. Porque o fato de uma banda ou cantor terem produzido apenas uma música boa ou outra dentre 12 em um álbum não significa que ele não tenha talento e seja ruim. A única coisa é que um artista pode estar bem em certos momentos a ponto de construir um álbum encadeado como um poema, e em outros momentos não. Sem se falar que o conceito de música boa ou não é algo muito subjetivo, que varia da visão de mundo de cada um e do contexto social em que cada pessoa vive e foi criada.


14/03/2009

Hi everyone! :D I'm new to bravonline.abril.com.br. Hope I can be a regular here!


13/03/2009

Antonio Carlos da Fonseca Barbosa - diz: A Visão de fim do conceito álbum serve pra os ouvintes que tem a relação superficial com a arte musical. Quem gosta de música, e seja, ouvinte atento ou músico, entende que o álbum funciona como um Poema em uma coletânea de autores e um livro de poesia de um único autor. Fazer uma música genial, é fácil. Repetir esse feito em 10 Faixas é que diferência um músico de outros.


11/03/2009

Paulo Rená da Silva Santarém - diz:
Não concordo que a idéia do álbum tenha sido perdida com o i-POD. O aumento da capacidade de armazenamento, bem como da banda de transmissão de dados facilita a troca de discos completos. É mais comum baixar um CD inteiro do que apenas uma faixa, por exemplo. Sem falar no resgate de discos clássicos antigos, facilitado hoje em dia.


10/03/2009

amanda - diz:
A mudanças de como se ouve música pode sim contribuir para o fim dos CD´s. Os produtos acompanham a mudança de hábitos dos consumidores. Hoje em dia de que adiantaria comprar um CD se não teria tempo de ouvi-lo? Passo mais tempo na rua do que em casa, preciso necessariamente de algo que acompanhe o meu ritmo de vida. Dessa maneira, entre comprar um CD e baixar no meu Mp4. Obviamente prefereria a segunda. Assim como eu, todas as pessoas se encaminham para o mesmo caminho.


Opine

Nome

E-mail:

Expediente | Assine BRAVO! | Newsletter | Fale conosco | Mapa do site | Política de Privacidade | Anuncie na Bravo!