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Um maestro superestrela, como Daniel Barenboim (à esq.), um emergente, como o atual regente interino Yan Tortelier (ao centro), ou um brasileiro, como Isaac Karabtchevsky (à dir.)? Qual o tipo de regente ideal?
Um maestro superestrela, como Daniel Barenboim (à esq.), um emergente, como o atual regente interino Yan Tortelier (ao centro), ou um brasileiro, como Isaac Karabtchevsky (à dir.)? Qual o tipo de regente ideal?

 

Abril/2009 | Assunto do dia

Quem é o regente ideal para a OSESP?

Nessa quinta-feira, dia 9/4, começa a “temporada de caça ao maestro”. O Comitê de Busca da Osesp se reunirá pela primeira vez para decidir quem será o sucessor de John Neschling. Para você, qual o tipo de regente ideal para a OSESP? Brasileiro, Emergente ou Superestrela?

Paula Nadal e Gabriela Rassy

 

• Conheça os maestros e assista a suas performances

A escolha do maestro titular numa grande orquestra é um assunto tão emocionante quanto uma eleição presidencial. Há muita política, luta às vezes desleal pelo poder e lances dramáticos. Quanto maior a orquestra, maior o frisson. Em 2002, a disputa pela sucessão de Claudio Abbado na Filarmônica de Berlim, a mais famosa orquestra do mundo, ocupou páginas e páginas dos jornais planeta afora. A batuta ficou entre o argentino Daniel Barenboim e o inglês Simon Rattle. Como lá o voto dos músicos é soberano, os dois regentes se dedicaram a uma encarniçada campanha eleitoral. Mesmo adepto do estilo corpo-a-corpo — gastava tardes tomando cafezinhos com os músicos no prédio da filarmônica —, Barenboim perdeu a disputa para o britânico, que reina no pódio até hoje. Aos 54 anos, Rattle é um dos maestros mais jovens a dirigir uma orquestra de primeiro time. O mesmo ano de 2002 assistiu à sucessão na mais glamorosa filarmônica do mundo, a de Nova York. Lá, os contatos e a fama do veterano Lorin Maazel, então com 72 anos, pesaram na escolha do substituto do alemão Kurt Masur.

No Brasil, pela primeira vez, uma sucessão do tipo — na Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, a Osesp — se torna um assunto mobilizador. Pela simples e boa razão de que, pela primeira vez na história, o país tem um conjunto sinfônico de primeiro nível. A orquestra montada pelos maestros brasileiros John Neschling e Roberto Minczuk chegou a receber menção honrosa — um "up and coming", que pode ser traduzido por "em ascensão" — numa reportagem da revista britânica Gramophone, a bíblia da área. Ainda não dá para dizer que a Osesp está entre as melhores do planeta, que são as chamadas "Big 5" americanas (Chicago, Nova York, Boston, Filadélfia e Cleveland), as filarmônicas de Berlim e Viena e a Concertgebouw de Amsterdã (recentemente, esta última foi considerada a melhor do mundo pela Gramophone, desbancando a então soberana Filarmônica de Berlim). Mas é inegável que a Osesp chegou mais longe do qualquer outro conjunto já formado no país. Nos anos 70 e 80, as duas maiores orquestras do Brasil, a Estadual de São Paulo e a Sinfônica Brasileira, eram dirigidas por dois regentes de nível internacional, Eleazar de Carvalho e Isaac Karabtchevsky, respectivamente. Faltou aos maestros, no entanto, a estrutura para transformá-las em conjuntos de primeiro nível. E estrutura é o que não falta à Osesp, com seu orçamento de R$ 68 milhões por ano (R$ 43 milhões vindos do governo do estado e R$ 25 milhões provenientes de patrocínios, assinaturas e bilheteria), os músicos mais bem pagos do país e a suntuosa Sala São Paulo, casa orquestral no nível das melhores do mundo.

Desde que o diretor artístico e regente titular John Neschling foi demitido por e-mail no último mês de janeiro, a sucessão na Osesp passou a ocupar as páginas dos jornais. É prematuro apontar nomes, mas pode-se dizer que o processo de escolha será deflagrado nesta quinta-feria, 9/4, data marcada para a primeira reunião do chamado "Comitê de Busca" da Osesp. Esse comitê é formado por dois integrantes do conselho da orquestra, o economista Pérsio Arida e o editor Luiz Schwarcz; pelo diretor executivo da Osesp, Marcelo Lopes; por dois consultores estrangeiros — o americano Henry Fogel, ex-presidente da Liga Americana de Orquestras, e o inglês Timothy Walker, diretor artístico e executivo da Filarmônica de Londres; e dois representantes dos músicos, o trombonista Darrin Milling e outro nome, ainda sem definição. Cabe ao Comitê de Busca apresentar ao conselho que dirige a orquestra nomes de possíveis maestros. De posse da lista, o conselho decidirá soberanamente. A fumaça branca deverá ser lançada da chaminé da Sala São Paulo em meados de 2010. A partir de conversas com integrantes do conselho, é possível identificar as diretrizes que pautarão o processo de escolha. A primeira pergunta é sobre o modelo de gestão da orquestra: aquele em que uma única pessoa acumula a coordenação artística e administrativa - caso do período em que Neschling foi o todo-poderoso, a "anarquia", caso da Filarmônica de Viena, que funciona sem um regente titular e, finalmente, o modelo intermediário entre o "governo forte" de Berlim e a "anarquia" austríaca. Os integrantes do conselho descartam essa possibilidade.

A segunda questão tem a ver com o perfil do regente. Existem basicamente três possibilidades. A primeira foi levantada logo depois da demissão de Neschling: contratar um maestro do primeiríssimo time, com o objetivo de colocar a Osesp definitivamente no mapa mundial. O nome mais ouvido foi o do argentino Daniel Barenboim, que forma com o inglês Simon Rattle e o italiano Claudio Abbado a santíssima trindade das superestrelas da regência (se houvesse uma quarta vaga, ela seria do letão Mariss Jansons, titular da Concertgebouw de Amsterdã). Essa alternativa esbarra numa quase intransponível restrição orçamentária. Embora seja a orquestra mais rica de todos os tempos no Brasil, a Osesp ainda não tem cacife para bancar um salário na casa dos R$ 4 milhões anuais, que é o que Barenboim recebia na Sinfônica de Chicago, da qual se desligou em 2006 (John Neschling recebia R$ 1,4 milhão por ano). A segunda possibilidade seria privilegiar, na escolha, um regente brasileiro. É uma tradição das grandes orquestras nacionais, que raras vezes se deram bem com maestros estrangeiros. A se optar por essa alternativa, os nomes com estatura e currículo seriam Isaac Karabtchevsky, Roberto Minczuk e Fabio Mechetti, atual diretor musical e regente titular da Filarmônica de Minas Gerais.

O mais provável, no entanto, é que a Osesp opte por um nome emergente na cena mundial, sem restrição de nacionalidade. O maestro que recebeu o "mandato-tampão" até 2011, o francês Yan Tortelier, seria uma das possibilidades caso seja essa a diretriz. Outro bastante cotado é o finlandês Osmo Vanska, que vem fazendo um belo trabalho à frente da orquestra americana do estado de Minnesota (é interessante notar que várias estrelas emergentes da regência vêm da Finlândia — a mais consolidada delas é o maestro Esa-Pekka Salonen, que transformou a Filarmônica de Los Angeles na maior aspirante a entrar no time das "Big 5"). Vanska já esteve à frente da Osesp como convidado e deslumbrou os músicos com uma interpretação de alta voltagem emocional da Eroica de Beethoven. "É uma escolha difícil. A Osesp precisa de um regente experiente, mas não tão velho quanto um Kurt Masur, que está prestes a se aposentar", diz o crítico musical Sérgio Martins, da revista Veja, um dos mais bem informados observadores do mundo da música erudita no Brasil. Está aberta a temporada de caça ao maestro. O Comitê de Busca da Osesp sabe que tem pela frente uma missão de altíssima responsabilidade. De sua escolha depende a continuidade da mais bem-sucedida experiência sinfônica jamais realizada no Brasil.

E para você, qual o tipo de regente ideal?

Emergente 
Um maestro de carreira ascendente, mas que ainda não tenha chegado ao topo, pode ser a melhor opção para a Osesp - que não quer pagar um salário muito acima do R$ 1,4 milhão anual destinado a John Neschling. Yan Tortelier, o regente interino, se enquadra nesse perfil.

Brasileiro
Tradicionalmente, orquestras brasileiras se dão bem com maestros nascidos aqui. Se a cor do passaporte for critério, crescem as chances de regentes como Isaac Karabtchevsky e Fabio Mechetti

Superestrela
O nome de Daniel Barenboim (acima), um dos três melhores do mundo, apareceu em algumas conversas nos corredores da Sala São Paulo. Mas é difícil a Osesp bancar um maestro caro, mesmo com o prestígio que ele traria.
 

 

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